É a outra “modalidade” olímpica e atribui quatro medalhas de Ouro. É a disciplina mais difícil e espectacular em termos visuais. A comprová-lo está o facto de ter sido a segunda modalidade mais vista nas televisões mundiais durante os Jogos Olímpicos Atenas’2004, logo a seguir aos 100 metros do atletismo.
Os jovens Ivan Silva (K1) e José Carvalho (C1), campeões nacionais absolutos com 18 e 17 anos, respectivamente, são as principais esperanças na representação de Portugal no Slalom em Pequim’2008 – estes atletas têm competido regularmente em Espanha, onde somaram já mais do que um pódio cada na Taça do Rei.
Anualmente, disputa-se a Taça do Mundo e os Campeonatos da Europa (sénior, sub-23 e júnior) e do Mundo (sénior e júnior).
Em termos nacionais, destacamos a realização do campeonato e a Taça de Portugal, bem como o Slalom Internacional de Fridão (Amarante).
As competições realizam-se para os homens em embarcações kayak monolugar (k1) e canoas mono e bilugar (C1 e C2). As mulheres competem apenas em embarcações Kayak monolugar.
Cada atleta realiza, em forma de contra-relógio, um percurso de 20 “portas” suspensas sobre o plano de água, que normalmente é artificial.
O resultado final é obtido pelo somatório dos tempos duas manga mais as penalizações resultantes da transposição incorrecta das portas.
É obrigatório o uso de coletes salva-vidas e capacete de protecção.
Em slalom, Portugal esteve representado nos Jogos Olímpicos de Barcelona1992, Atlanta1996 e Sidney2000.
Dentro das competições de Slalom foi introduzida pela FPC a disciplina
de Rafting. No ano de 2006 foi realizada a 1º Taça de Portugal de Rafting em Melgaço.