ARTIGOS 2007
Para ter acesso a todos os artigos sugeridos ao longo de 2007, clique no link: Artigos 2007.
ARTIGOS 2008
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Janeiro
Krupnick JE, Cox RD, Summers RL. (1998). Injuries sustained during competitive white-water paddling: a survey of athletes in the 1996 Olympic trials. Wilderness Environ Med; 9(1): 14-8.
Este mês é dedicado às Águas Bravas. O artigo é dedicado à prevalência de lesões no Slalom. São descritas as várias lesões bem como a sua de incidência dos atletas presentes nos Jogos Olímpicos de Atlanta. Um trabalho único na área e especialidade.
Fevereiro
Bishop D, Bonetti D & Dawson B (2002). The influence of pacing strategy on VO2 and supramaximal kayak performance. Med Sci Sports Exerc, 34(6): 1041-7.
A construção de uma estratégia de prova nas competições de Regatas em Linha é uma das preocupações dos treinadores e atletas na busca de melhores resultados. O estudo apresentado investiga os efeitos da manipulação da estratégia no VO2 e na performance em kayak ergómetro, em atletas treinados, num teste de 2 minutos. Os resultados obtidos e conclusões dos autores poderão ser bastante interessantes.
Março
Liow DK & Hopkins WG (2003). Velocity specificity of weight training for kayak sprint performance. Med Sci Sports Exerc; 35(7): 1232-7.
O treino de força é constantemente usado na preparação desportiva de canoístas. Porém, a sua efectividade ainda é dúbia. O estudo apresentado investigou o recurso a métodos de treino de força com velocidade de execução lenta e explosiva. A análise dos resultados levou os autores a concluir que os vários métodos de treino de força testados são eficazes, se tivermos em conta os diferentes momentos de competição. Estas conclusões poderão dar-nos indicações sobre as prioridades a estabelecer para o treino da força.
Abril
Zamparo P, Tomadini S, Didonè F, Grazzina F, Rejc E, Capelli C (2006). Bioenergetics of a slalom kayak (k1) competition. Int J Sports Med; 27(7): 546-52.
O objectivo deste estudo foi (i) determinar o balanço energético duma prova de Slalom em K1 e (ii) comparar os dados, dos mesmo sujeitos, com os dados obtidos num percurso em águas lisas com a mesma duração. A análise dos dados sugere implicações ao nível do treino cardiovascular sem tirar ênfase ao treino técnico de aquisição de habilidades básicas.
Maio
van Someren KA, Palmer GS. Prediction of 200-m sprint kayaking performance. Can J Appl Physiol; 28(4): 505-17.
Apesar de não serem muitos comuns, alguns estudos começam a debruçar-se sobre os 200m da Canoagem. O objectivo deste estudo foi tentar identificar características específicas dos especialistas em 200m, quer fisiológicas quer antropométricas e tentar perceber a sua implicação na performance.
Junho
Hagemann G, Rijke AM, Mars M. (2004). Shoulder pathoanatomy in marathon kayakers. Br J Sports Med; 38(4): 413-7.
O estudo tem como objectivo determinar a prevalência de lesões e sua relação no ombro do canoísta maratonista, bem como identificar factores para uma predisposição deste tipo de lesões.
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Julho
Hunter A, Cochrane J, Sachlikidis A. (2008). Canoe slalom competition analysis. Sports Biomech; 7(1): 24-37.
Hunter A, Cochrane J, Sachlikidis A. (2007). Canoe slalom--competition analysis reliability. Sports Biomech; 6(2): 155-70.
O primeiro artigo faz uma análise de uma competição de Slalom, tentando identificar diferenças entre 2 grupos de sujeitos, diferenciando-os pelo nível competitivo e estratégia de prova.
O segundo artigo estuda a fiabilidade deste tipo de análise das provas de Slalom.
Agosto
Jacob S. Michael (2008). The metabolic demands of kayaking: a review. Journal of Sports Science and Medicine; 7: 1-7.
A investigação tem mostrado que as provas de Canoagem na velocidade têm um misto de elevadas exigências aeróbias e anaeróbias, tanto nos 500 como nos 1000m. Este artigo surge da necessidade de compilar toda a investigação feita a este nível, após o aparecimento de investigações mais recentes.
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Setembro
Liu TC, Liu YY, Lee SD, Huang CY, Chien KY, Cheng IS, Lin CY, Kuo CH. (2008). Effects of short-term detraining on measures of obesity and glucose tolerance in elite athletes. J Sports Sci; 26 (9): 919-25.
Coincidindo com o final da época, o artigo não poderia vir mais a propósito. Este, debruça-se sobre os efeitos do destreino na composição corporal e na sensibilidade insulínica que poderão ocorrer na fase de transição de uma época para outra. O estudo usa como amostra 16 canoístas de elite.
Outubro
Barry R Ridge, Elizabeth Broad, Deborah A Kerr, Timothy R Ackland (2007). Morphological characteristics of Olympic slalom canoe and kayak paddlers. Eur J Sport Sci; 7 (2): 107-113
Tal como foi sugerido para os atletas de Águas Lisas, sugerimos agora um artigo que procura identificar e estudar as características únicas os atletas de Slalom. Para a realização do estudo foram estudados 43 atletas (31 masculinos e 12 femininos) que foram apurados para os Jogos Olímpicos de Sidney em 2000.
Novembro
Canoe Hellas. Shoulder Impingement Syndrome in Canoe-Kayak athletes [online: www.canoehellas.gr]
Este mês sugerimos um artigo publicado on-line pela Associação Grega de Treinadores de Canoagem. O artigo discorre acerca do síndroma do ombro doloroso típico do canoísta. Já no livro editado pela FPC – Metodologia do Treino Desportivo – foi dedicado um capítulo a este tema de fundamental importância na prevenção de lesões, que poderem levar a um abandono precoce da carreira desportiva.
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Dezembro
P du Toit, G Sole, P Bowerbank, T D Noakes (1999). Incidence and causes of tenosynovitis of the wrist extensors in long distance paddle canoeists. British journal of sports medicine; 33 (2: 105-9.
Para terminar o ano de 2008 e dando seguimento ao artigo do mês passado, sugerimos um artigo que investida a incidência e principais causas de lesões nos músculos do antebraço do canoístas de longa distância. Apesar dos sujeitos em causa serem maratonistas, os resultados encontrados podem muito bem ser extensíveis a todos os canoístas que treinam em águas lisas.