Fernando Pimenta conquistou, este domingo, a segunda medalha de bronze no Mundial de Szeged, depois de ter terminado a prova de K1 5000 metros na 3.ª posição. De recordar que o atleta de Ponte de Lima defendia, a exemplo do K1 1000 metros, o título de campeão do Mundo obtido, em 2018, no Campeonato do Mundo, realizado em Montemor-o-Velho.
“Consegui mais uma medalha, 90 internacionais e mais de 10 em Mundiais. Só posso sair contente daqui com a vaga olímpica. Há atletas que foram medalhas em Europeus, Mundiais e Jogos Olímpicos, que saíram daqui a chorar, porque não conseguiram vaga e eu estive nesses cinco primeiros”, regozijou-se, em declarações à Agência Lusa, Fernando Pimenta.
De Szeged, o canoísta português saiu com dois terceiros lugares nas provas de K1 1000 metros e de K1 5000 metros, duas distâncias nas quais defendia os títulos mundiais de 2018, e deu a Portugal os dois únicos pódios da competição. Para Tóquio 2020, Pimenta promete “trabalhar o melhor possível, chegar lá e dar tudo para ser um dos atletas mais rápidos a cortar a meta”.
Este domingo, na prova de K1 5000 metros, o canoísta luso terminou com o registo de 20:19.94 minutos, atrás do bielorusso Aleh Yurenia, que é o novo campeão do Mundo, e do alemão Max Hoff, que conquistou a medalha de prata. “Esta prova foi muito dura. Ao início, não me sentia muito bem, com os músculos presos. Depois, sofri alguns toques no início da prova, que logo me arredaram do grupo da frente”, declarou.
Fernando Pimenta viu um trio destacar-se, mas, depois, o atleta da Bélgica perdeu a onda dos dois primeiros. “Vi que tinha quebrado e não ia ter energia. Se o apanhasse, muito provavelmente estaria na discussão da medalha”, sublinhou, antes de assumir ter ido “com tudo nas últimas voltas” até atingir o objetivo do pódio.













