Na reunião realizada por videoconferência entre os órgãos sociais da Federação Portuguesa de Canoagem e os representantes dos clubes, o ranking nacional de 2020 foi um dos temas que motivou opiniões menos consensuais, com os associados da Federação Portuguesa de Canoagem a revelarem diferentes visões sobre a forma de determinar a classificação desportiva do presente ano.
A Federação lembrou que o ranking corresponde a “uma obrigatoriedade estatutária”, assumindo, então, a necessidade de “alterar a forma de cálculo do ranking para a presente época”, razão pela qual apontou à “retirada de alguns critérios”
“Não há consenso, mas, consoante a atividade que for possível realizar, a Direção tomará uma decisão. Se forem realizadas provas, há ranking; se não forem, não há. Esta é uma decisão que será tomada em devido tempo”, comunicou Vítor Félix, antes de defender que “o mais importante é recuperar a confiança das pessoas para que seja possível a realização de provas”.
No caso de não ser possível a realização de parte substancial das provas do calendário nacional de 2020, a Federação Portuguesa de Canoagem equaciona a possibilidade de utilização do ranking nacional de 2019 para efeitos de Assembleia Geral. “É uma possibilidade”, mencionou o presidente Vítor Félix.










